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sábado, 24 de abril de 2021
domingo, 17 de janeiro de 2021
Doar Livros - Ato Contínuo de Transmissão do Conhecimento: Doe seu livro velho, que não lhe serve mais!
Doar Livros - Ato Contínuo de Transmissão do Conhecimento: Doe seu livro velho, que não lhe serve mais!: Sabe aquele livro velho? Aquele livro ou revista que está ocupando espaço e já não lhe é mais util? Pois é, você pode doá-lo. Isso é compar...
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Segundo o Centro Brasileiro de Infra Estrutura a Petrobras
acumula perda de R$ 2,2 bi com venda de combustíveis
Preços de venda de gasolina e diesel no país estão
abaixo dos valores de importação
A valorização do dólar frente ao real, que
continuou forte na última semana, além do impacto negativo nas contas da
Petrobras, que tem quase 80% de sua dívida na moeda americana, vem aumentando
drasticamente a defasagem dos preços da gasolina e do óleo diesel. A estatal
acumula perda estimada em R$ 2,2 bilhões em sua receita, de janeiro a maio, por
vender os combustíveis a preços inferiores aos de sua importação.
Do total, R$ 575,5 milhões são referentes à
importação de gasolina e R$ 1,6 bilhão corresponde à importação com o óleo
diesel. O cálculo foi feito pelo Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE),
considerando os gastos com a importação, que foram superiores à receita obtida
com a venda de gasolina e óleo diesel.
A alta do dólar praticamente eliminou a ligeira
recuperação nos preços dos dois produtos que a estatal tinha conseguido com o
reajuste obtido no dia 30 de janeiro e depois no dia 6 de março só para o
diesel. Procurada pelo GLOBO, a Petrobras informou que não comentaria o
assunto.
Segundo cálculos do CBIE com base nos dados
disponíveis do último dia 9, a gasolina vendida pela Petrobras em suas
refinarias, sem impostos, está 25,3% mais barata em relação do que o produto
comercializado no mercado internacional. Já o óleo diesel está sendo vendido
pela companhia cerca de 21,7% mais barato do que no exterior.
Com o governo tentando reduzir a escalada da
inflação no país, especialistas não acreditam que neste ano a Petrobras
conseguirá algum novo reajuste de preços dos dois combustíveis, que representam
cerca de 60% de sua receita total. Mais difícil ainda, segundo esses
especialistas, será conseguir aumento de preços em 2014, ano de eleilões. Ou
seja, só resta à Petrobras torcer para o dólar cair e se estabilizar.
Fonte: http://oglobo.globo.com
sábado, 13 de julho de 2013
Cargas superdimensionadas e superpesadas
Carga
especial paga R$ 260 mil de pedágio para cruzar SP
Única composição rodoviária transportando uma
caldeira de 231 toneladas teve que desembolsar este valor em Tarifa Adicional
de Pedágio, uma exigência da Artesp para o transporte de cargas superpesadas.
Pedágio pago foi de mais de R$ 300,00 por quilômetro rodado
O
transporte de cargas superdimensionadas e superpesadas dentro do Estado de São
Paulo é um serviço que pode custar muito caro. E não é somente por causa do
alto grau de especialização das empresas que operam este tipo de carga,
geralmente a serviço de grandes indústrias ou encarregadas de transportar
enormes equipamentos para obras de infraestrutura.
Também entram nesta conta os exorbitantes valores
cobrados das transportadoras a título de Tarifa Adicional de Pedágio (TAP), uma
rubrica criada pela Artesp, a agência reguladora das rodovias paulistas, em uma
Resolução de 1997, para todos os veículos transportando carga excepcional com
peso acima de 45 toneladas.
Segundo uma das empresas que realizam este tipo de
serviços em São Paulo, antes da onda de concessões rodoviárias e da
proliferação de praças de pedágio por todo o Estado, a tarifa representava pouco
sobre o frete, mas hoje, com a grande maioria das principais rodovias paulistas
cobrando pedágio, este custo pode chegar a até 65% do valor total do frete.
Um exemplo sintomático da cobrança da TAP foi uma
operação realizada por esta empresa para o transporte de uma caldeira de 231
toneladas entre o Porto de Santos e a cidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do
Sul, onde a Petrobras constroi uma fábrica de fertilizantes.
O equipamento chegou ao porto e, para cruzar o
Estado de São Paulo, entre Santos e a cidade paulista de Castilho, quase na
divisa como MS, a transportadora desembolsou um total de R$ 260 mil em pedágio.
O valor foi pago para trafegar por cerca de 900 quilômetros em rodovias
paulistas, passando por 18 praças de pedágio. Em outro exemplo, de transporte
de equipamento também para a Petrobras, a empresa pagou mais de R$ 2 mil de
pedágio por quilômetro rodado, sem qualquer amparo técnico.
“Este valor inclui, além da TAP, outras cobranças
instituídas pela Artesp em benefício das concessionárias rodoviárias. Esta
cobrança exorbitante chega a inviabilizar a fabricação de grandes equipamentos
industriais dentro do Estado, tirando a competitividade de São Paulo”, comenta
Henrique Zuppardo, empresário do transporte de cargas especiais, diretor Adjunto
da Especialidade de Transporte de Cargas Indivisíveis do SETCESP, Sindicato das
Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região.
Dentre as áreas mais prejudicadas pela cobrança das
altas tarifas adicionais de pedágio estão as que fabricam equipamentos como
transformadores, rotores de turbina, geradores, reatores, colunas, caldeiras,
fornos, todos destinados aos setores de energia, petróleo & gás, químico
& petroquímico, mineração, siderurgia e infraestrutura.
Representantes das transportadoras do segmento
contam que já tentaram dialogar com o Estado para a revogação da cobrança, mas
não tiveram sucesso, mesmo diante do argumento da inviabilização da indústria
de base paulista.
Segundo os transportadores, o pagamento da tarifa
adicional é feito antecipadamente, antes de a operação acontecer, gerando custo
financeiro adicional, pois a empresa só recebe o frete 30 dias após a descarga
do equipamento.
Além disso, não se encontra qualquer outro Estado
ou mesmo país que realize cobrança semelhante. De acordo com Henrique Zuppardo,
a cobrança feita pelas concessionárias não está embasada em qualquer argumento
técnico. “Para se ter uma ideia, o pedágio adicional também é cobrado quando o
veículo está vazio e ultrapassa o limite das 45 toneladas. Segundo a resolução
da Artesp, a cobrança é feita ‘considerando a necessidade de prover fonte de
receita operacional atualizada para o sistema rodoviário paulista’ e não existe
qualquer serviço extra que é prestado à transportadora para justificá-la”,
revela o empresário, com exclusividade para o Portal Transporta Brasil.
Fonte:
http://www.transportabrasil.com.br
Embarque de grãos monitorados via sistema eletrônico.
Portos do
Paraná monitoram embarque de grãos por meio de sistema eletrônico.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) acaba de
implantar um sistema que permite o monitoramento, em tempo real, pela internet,
das cargas embarcadas nos terminais ligados ao Complexo Corredor de Exportação.
Através do portal é possível acompanhar a medição dos produtos embarcados nos
navios ou descarregados nos terminais, por meio de caminhões ou vagões. Todos
os terminais devem estar adaptados à nova ferramenta até o final de agosto.
O sistema permite ver o estoque real de cada terminal, ou seja, a
quantidade de entrada e saída. De acordo com a Appa, a integração atende a uma
determinação da Receita Federal e dá mais transparência ao sistema de
embarques, pois garante a exatidão dos números informados. O modelo também
comunica possíveis falhas ou panes no sistema de embarque.
O portal foi desenvolvido por técnicos da Appa e da Companhia de
Tecnologia e Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). “O sistema nos
permite saber quem está carregando, quanto está embarcando. Integramos as
balanças rodoviárias e agora temos a visão do estoque real de cada terminal.
Isso permite fazer uma logística mais precisa, para adequar o recebimento da
carga aos embarques”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique
Dividino.
Antes da ferramenta, os estoques de cada terminal eram informados
durante as reuniões de atracação, realizadas diariamente em Paranaguá, sem o
uso de monitoramento eletrônico. Com base nestes dados eram estabelecidas as
quotas diárias de caminhões liberados para descarregar no porto, assim como a
programação dos navios.
Ao todo, sete terminais privados e dois públicos estão interligados ao
Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá – complexo de 32 quilômetros de
esteiras rolantes que ligam os terminais aos navios. Na saída de cada um dos
terminais, existem balanças instaladas nas esteiras, que fazem a aferição da
carga que está sendo embarcada nos navios.
Fonte: http://www.cnt.org.br
domingo, 7 de julho de 2013
Aracruz e região, um berço de oportunidades.
As maiores oportunidades de salários em Aracruz e
região
De acordo com dados do
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho,
revela que as profissões com maiores salários médios em Aracruz, na iniciativa
privada, são: agrônomos e engenheiros de alimentos (R$ 17.392,00), médicos (R$
9.815,29) e profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial (R$ 8.299,99).
Os resultados da
pesquisa, na avaliação do secretário estadual do Trabalho, Jadir Pela, são
influenciados pela vocação de cada município para uma atividade econômica,
relação entre a oferta e a demanda de empregos, presença de empresas de grande
porte ou de instituições de ensino. “Aracruz tem isso de
sobra, como a Fibria, Canexus, Evonik, Portocel, Imetame, Estaleiro Jurong,
Ifes, Senai, Cedtec e duas faculdades particulares”, disse Pela.
O município de Ibiraçu
também apresenta ótimas oportunidades de salários: R$ 5 mil para supervisores
de manutenção eletroeletrônica e eletromecânica, R$ 4.114,00 para engenheiros e
arquitetos e R$ 4.066,67 para supervisores de produção de utilidades.
Em Fundão, os maiores
salários são para supervisores em serviços de reparação e manutenção mecânica
(R$ 3.880,00), profissionais de comunicação e informação (R$ 3.790,00) e
técnicos em eletroeletrônica, eletricidade, telecomunicações e instrumentação
(R$ 3 mil).
Em João Neiva, R$
2.408,00 para supervisores de usinagem, fabricação e montagem metalmecânica (R$
2.408,00); supervisores de extração mineral e construção civil (R$ 1.957,67) e
operadores de máquinas de usinagem, afiadores e polidores de metais (R$
1.765,33).
Fonte: http://www.folhalitoral.com.br
Feito anúncio confirmando porto da Nutripetro em Aracruz.
Confirmado porto da Nutripetro em Aracruz
A presidente Dilma Roussef anunciou na quarta-feira 03, em Brasília, que o projeto da Nutripetro em Barra do Riacho, Aracruz, é o único que faz parte do primeiro pacote de 50 terminais privativos autorizado pelo governo federal, entre os nove projetos de portos privados no Espírito Santo, com previsão de operação no ano que vem.
O porto da Nutripetro é um terminal de apoio
offshore, para recebimento, armazenamento e expedição de produtos para comércio
exterior e atividade aquaviária. O investimento do Grupo Ambipar é de R$ 1
bilhão, com investimento inicial de R$ 400 milhões. A intenção do governo
federal é que os portos privados contribuam para remover os entraves do setor e
aumentar a capacidade portuária nacional.
O chamado Retroporto Multimodal da Nutripetro, que
já está pronto, tem área alfandegada de 250.000m². O empreendimento tem como
objetivo específico atender a crescente demanda de empresas exportadoras e
importadoras por adequadas infraestruturas de estocagem.
A retroárea multimodal será atrelada ao terminal
que irá operar no sistema de supply boat, em atividades da indústria
petrolífera, com manutenção de plataformas, além de operar as atividades de
carga geral e granéis sólidos (grãos, fertilizantes, embalagens etc.). Serão
construídos tanques especiais para armazenamento de produtos químicos,
petroquímicos e alimentícios para gases e líquidos.
No mar
O projeto conceitual do porto foi desenvolvido de
forma a se otimizar o aproveitamento da área disponível com um mínimo de
impacto ambiental, e contará com retroárea, Terminal de Supply e Terminal
Portuário com ponte de acesso, quebra-mar e píer (cinco berços). A ponte de
acesso avançará dois quilômetros mar adentro. O quebra-mar e a ponte de acesso
reduzirão o volume das ondas em dois quilômetros ao longo do litoral, onde
haverá menor capacidade de transporte de sedimentos, provocando, na parte
central da faixa, o surgimento de pequenos bancos de areia. Isso reduzirá
bastante o assoreamento na foz do rio Riacho. Não haverá prejuízos à prática de
esportes aquáticos, exceto na zona de sombra do quebra-mar, mas que por ser
área portuária, haverá restrição de acesso.
Fonte: http://www.folhalitoral.com.br
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