Powered By Blogger

terça-feira, 25 de junho de 2013

Fibria e a valorização do dólar

Fibria diz que se beneficia com valorização do dólar


Uma das grandes exportadoras do país e maior produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto, a Fibria - controlada do grupo Votorantim e do BNDES - vê benefícios para a companhia na recente alta do dólar frente ao real. “O efeito é todo positivo”, disse ao Valor o diretor financeiro da fabricante, Guilherme Cavalcanti
“Nossas vendas são todas em dólar, com contabilização diária, conforme o dólar do dia, então somos passivamente beneficiado”, afirmou o executivo.

Ao mesmo tempo, a Fibria tem 80% de seus custos vin      culados ao real. Essa diferença entre receita e custos, no atual cenário, amplia a geração de caixa da empresa.

Conforme o executivo, a valorização da moeda americana não levou à necessidade de ações comerciais específicas, nem à alteração da política de hedge da companhia, que modificou sua estratégia e desde março do ano passado não vende dólar futuro.

Fonte: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/6/21/fibria-diz-que-se-beneficia-com-valorizacao-do-dolar


Brasil precisará importar 200 mil toneladas de feijão.


O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, disse que a redução de 10% para zero na Tarifa Externa Comum (TEC) sobre as compras de feijão feitas de países de fora do MERCOSUL, anunciada na segunda-feira, é importante por causa da quebra da safra na região Nordeste e no norte de Minas Gerais. Segundo ele, para equilibrar o mercado, o Brasil precisa importar 200 mil toneladas de feijão até o fim de outubro.

"No caso do feijão, temos uma dificuldade em criar estoques reguladores porque quanto mais velho pior é a qualidade do grão. Esperamos voltar a um equilíbrio da produção na próxima safra", disse Andrade ao chegar ao Ministério de Minas e Energia, para reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Redução de alíquota

Na segunda-feira, o governo anunciou a redução de 10% para zero do Imposto de Importação de vários tipos de feijão, com o objetivo de conter a alta dos preços do produto no mercado interno, em mais um esforço para controlar a inflação. A medida é temporária e vigora até 30 de novembro deste ano.

Menor área de plantio

Os levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que houve retração na área plantada de feijão tanto na safra de verão (-7,2%), semeada no segundo semestre do ano passado, como na segunda safra, que foi plantada no primeiro trimestre deste ano (-9,5%).

Aumento insuficiente

A projeção da Conab é de aumento no plantio da safra de inverno (+1,0%), que está sendo semeada, mas insuficiente para compensar a retração das duas outras safras. A estimativa total da Conab é de recuo de 235,2 mil hectares no plantio de feijão, para 3,026 milhões de hectares. A expectativa é de queda de 2,7% na produção, para 2,84 milhões de toneladas.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/06/brasil-precisara-importar-200-mil-t-de-feijao-para-equilibrar-mercado.html

sábado, 22 de junho de 2013

Ideia sustentável

Incinerador queima o lixo e produz energia elétrica na Alemanha


A região de Munique, na Alemanha, aprendeu a usar a riqueza que está no lixo. O país é considerado modelo quando o assunto é incineração. A 30 km do município, na zona rural, o incinerador de Geiselbullach é considerado um modelo de eficiência na queima do lixo e no aproveitamento da energia que ele produz.

A usina foi inteiramente financiada pela prefeitura de duas pequenas cidades da Baviera e não tem fins lucrativos. A estrutura, aparentemente complexa, possui o que há de mais moderno para evitar que substâncias tóxicas prejudiquem a saúde humana.

O diretor técnico, Johannes Bruhl, informa que o filtro da chaminé é feito de gorotex, uma membrana artificial, capaz de reter boa parte dos gases, que não é a única barreira para os venenos produzidos pelo lixo. Da sala de comando, é possível controlar a quantidade de toxinas que se formam durante a incineração do lixo. Tecnicamente, os funcionários são capazes de evitar que os elementos tóxicos saiam da usina e contaminem o meio ambiente. Os técnicos fiscalizam 24 horas por dia a formação de cada tipo diferente de gás e podem intervir aumentando a quantidade de substâncias químicas usadas para neutralizar as toxinas.

Metade do lixo produzido por 300 mil habitantes é destruída pelo incinerador, que também produz energia elétrica. A outra parte é reciclada. Bruhl observa que, quando descobriram que a capacidade energética do lixo era quase igual à do carvão, a região mais rica da Alemanha entendeu o quanto desperdiçava. O lixo queimado abastece de energia elétrica 50 mil pessoas e várias indústrias da região, como uma fábrica de pão, que paga contas de luz 30% menores do que antes.

A população que vive perto da usina recebe pelos tubos a água quente que faz funcionar o aquecimento das casas. Quanto maior a tubulação, maior o número de pessoas beneficiadas. O mesmo sistema poderia abastecer a refrigeração de cidades tropicais, que dependem de ar-condicionado.

Caso esse incinerador fosse instalado em São Paulo, teria que ser 35 vezes maior. Seria uma obra gigantesca e não recomendável por causa da segurança. Para resolver o problema do lixo na Grande São Paulo, os especialistas alemães aconselham de cinco a dez incineradores sete vezes maiores do que o Geiselbullach.

No Ministério de Infraestrutura da Baviera, o diretor de mercado estrangeiro Georg Reichl afirmou que o governo local cometeu alguns erros, e gastou muito dinheiro testando tecnologias que não funcionaram muito bem. “Aprendemos muitos e o que podemos fazer agora é repassar o que deu certo”, explica.

Fonte: http://g1.globo.com

domingo, 16 de junho de 2013

Espírito Santo - Desenvolvimento em ação.

Construção de ramal em ferrovia que ligará Linhares ao Rio de Janeiro é anunciada pelo Governo Federal



A extensão, até Linhares, da ferrovia que ligará Vitória ao Rio de Janeiro foi anunciada em primeira mão na manhã desta terça-feira (11) pelo presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) do governo federal, Bernardo Figueiredo, durante o seminário Logística é Solução, realizado pela Rede Vitória no Centro de Convenções da capital.
A extensão da ferrovia foi incluída no Programa de Investimentos em Logística lançado pelo governo federal, que terá recursos da ordem de R$ 20 bilhões/ano para ampliar a rede ferroviária e renovar a malha rodoviária do país. Além de garantir a ligação do Espírito Santo com a malha ferroviária do país, a linha férrea contribuirá para alavancar a economia dos municípios vizinhos ou que serão cortados por ela e a extensão até Linhares é estratégica para atender às necessidades do polo gás-químico que a Petrobras implanta na região.

De acordo com Bernardo Figueiredo, já está agendada para o próximo mês a realização de uma audiência pública em Vitória para discutir o projeto com a sociedade, poder público e lideranças empresariais. “Eu combinei com o governador Casagrande que já em julho nós vamos fazer a audiência pública aqui em Vitória para discutir o projeto. O governador vai organizar isso com a ANTT. O estudo já está pronto e esse vai ser um dos primeiros trechos a serem licitados. Até o mês de dezembro, todo esse programa, seja de rodovias, seja de ferrovias, vai estar licitado, com todos os editais publicados e alguns deles já contratados”, afirmou o presidente da EPL.

“Linhares está em processo de licenciamento do polo gás-químico, que é uma enorme planta de fertilizantes, e esses fertilizantes têm que ir para o Centro-Oeste. O trem que vai trazer soja vai levar fertilizante, e essa é a importância dessa ferrovia. A Manabi, se instalando também em Linhares, leva em conta em seu planejamento a possibilidade de deixar de investir num mineroduto que traga o minério de Minas Gerais para, em substituição, utilizar a ferrovia. Os empreendimentos estão todos sendo construídos atrelados a grandes projetos industriais, e provavelmente nas próximas semanas devemos anunciar um novo empreendimento portuário aqui no Espírito Santo que pode ser alavancado pela concretização dessa infraestrutura que está sendo montada”, destacou o secretário de Estado de Desenvolvimento, Nery de Rossi.

Essa e outras soluções para os gargalos logísticos do Estado e do país foram discutidos no seminário da Rede Vitória, que teve o apoio do Governo do Estado do Espirito Santo, prefeituras da Grande Vitória, Samarco, Fibria, Technip, Sindirochas e Codesa e contou com a presença de importantes lideranças empresariais e políticas.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br

segunda-feira, 10 de junho de 2013

As oportunidades se multiplicam

Aracruz é destaque na geração de empregos

O Espírito Santo gerou 8.460 novos postos de trabalho com carteira assinada em abril, um crescimento de 1,10% em relação ao mês anterior e a segunda maior elevação de empregos no país, perdendo apenas para Goiás (+1,59%). Dentre os municípios com mais de 30 mil habitantes, os que mais empregaram foram Linhares (+1.125) e Aracruz (+759). No acumulado do ano, Serra lidera o total de empregos gerados (+2.075).

A pesquisa foi divulgada pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O bom desempenho na carteira de empregos no Estado é devido, principalmente, ao aumento das vagas nos setores da agropecuária (+5.705), indústria de transformação (+1.647 vagas) e serviços (+800).

Na indústria de transformação, os subsetores que mais se destacaram foram química e produtos farmacêuticos (+392), mecânica (+384) e produtos alimentícios e bebidas (+248). Já no setor de serviços, os subsetores que mais empregaram foram médicos e odontológicos (+465) e transporte e comunicação (+430).

No acumulado do ano (janeiro a abril de 2013), já foram gerados 10.370 empregos formais no Espírito Santo, sendo o setor agropecuário o que mais contribuiu para o resultado (+5.883), seguido pelo setor de serviços (+5.215) e pela indústria de transformação (+1.714).

O Brasil cresce por aqui - Aracruz

Obras do estaleiro Jurong - Aracruz ES
Reportagem do maior jornal do país, a Folha de S. Paulo, em sua edição de 26 de maio último, destaca o município de Aracruz entre os que mais crescem economicamente no Brasil, e aponta o Estaleiro Jurong (EJA) como o responsável pela conquista. A reportagem, na íntegra, é transcrita abaixo.
 O quebra-mar que se pode avistar desde a praia de Barra do Sahy, sugere que a calmaria do pequeno distrito de Aracruz tende a mudar. A obra denuncia a chegada do estaleiro singapuriano Jurong, um investimento de R$ 1 bilhão e que deve empregar 6.000 pessoas no auge da operação, em 2016. O contingente equivale a 7% da população da cidade, segundo o Censo de 2010.
 Superada a especulação da mudança para o Norte do Rio de Janeiro, a fim de atender ao empresário Eike Batista, a construção avança e amplia expectativas de moradores e empresários de aproveitar oportunidades que surgirão. Ramon Spinassé, sócio de um posto de gasolina, hotel e restaurante que fica perto da obra, constrói em cima do seu escritório um auditório para acomodar 80 pessoas. Pretende alugar o espaço para treinamentos do Jurong, da Fibria (antiga Aracruz Celulose) e seus fornecedores.
 Ele diz que queria alugar caminhões para a Carioca Engenharia, contratada para fazer o quebra-mar do Jurong, mas perdeu a concorrência. "Forneço o combustível", conta. Aracruz entrou para o mapa da economia nacional devido ao crescimento da empresa que levava o seu nome, a Aracruz Celulose. Maior empresa local – o que pode ser percebido pelas florestas de eucalipto a perder de vista – a companhia passou por dificuldades na crise de 2008 e foi vendida.
O jornal paulista lembra que trânsito e educação são desafios do presente em Aracruz. A expectativa de geração de empregos em massa já provoca um fluxo de pessoas para a cidade, afirma o prefeito Marcelo Coelho (PDT). Segundo ele, há pessoas vindo do Sul da Bahia e de Minas Gerais para a região, o que está levando o gestor a tentar antever a administração do crescimento da cidade.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Canais de Distribuição

Principais Canais de Distribuição - A escolha certa gerando resultados


Canal de Distribuição é o caminho escolhido por uma empresa para fazer seus produtos chegarem aos consumidores certos, no local e no momento exato. Ou seja, canal de distribuição é a área do Marketing encarregada de colocar o produto adequado no momento e no local em que ele for necessitado pelos consumidores.

Essas atividades começam quando a organização opta pelo tipo de canal que será usado para distribuir fisicamente seus produtos. Trata-se de uma importante etapa do Marketing, pois sem uma estrutura de distribuição eficaz uma empresa terá dificuldades de atingir seu público-alvo, mesmo comercializando bons produtos.

As pessoas têm cada vez menos tempo e apesar de o ato da compra ser algumas vezes interessante, os consumidores racionalizam o tempo gasto nessa atividade. Dessa forma, pode-se dizer que a principal função de um Canal de Distribuição é fazer com que o produto chegue rapidamente ao local em que os consumidores esperam encontrá-lo.

Mas, colocar os produtos no lugar certo quando os consumidores se dispuserem adquiri-los varia conforme o público-alvo e o tipo de produto comercializado. Em função disso, veremos abaixo alguns tipos de estratégias de distribuição muito utilizadas pelas organizações:

Sistema de Distribuição Direta  

Nesse tipo de distribuição a empresa não usa intermediários, pois ela vende seus produtos diretamente aos consumidores finais. Ou seja, o produtor tem o controle total das atividades mercadológicas até o recebimento dos produtos pelos consumidores finais. Os principais sistemas de distribuição direta são o sistema de venda porta-a-porta e a venda através de catálogo.

No Brasil algumas organizações utilizam o sistema porta-a-porta com algum sucesso como Avon, Natura e Pierre Alexander. Para comercializarem produtos essas empresas utilizam promotoras autônomas como revendedoras e não vendedores contratados como funcionários. A vantagem desse sistema é que o fabricante exerce maior controle no processo de comercialização e a principal desvantagem é o alto custo de estruturar o sistema logístico de distribuição.

A principal característica do sistema de venda por catálogo é que a empresa envia seu portfólio aos consumidores pelo correio. Mas, para isso é fundamental a existência de um cadastro de clientes potenciais para os tipos de produtos comercializados. O pedido é feito pelo consumidor diretamente à empresa via telefone ou caixa postal, o qual deverá ser processado com agilidade.

As principais vantagens da venda por catálogo é que o sistema possibilita à empresa cobrir o mercado consumidor sem criar estrutura de filiais ou escritórios de vendas e, ao eliminar os varejistas intermediários, os preços dos produtos comercializados poderão ser mais baixos. Como não utiliza intermediário, o sistema está isento do custo das atividades de merchandising e, além disso, os custos de propaganda também são menores – em relação ao uso de varejistas.

Por outro lado, existem consumidores que gostam de manusear o produto antes da compra e, para eles, a venda por catálogo talvez não seja adequada. Outra desvantagem desse sistema é que, apesar da qualidade, o catálogo não provoca o efeito da compra por impulso na mesma intensidade que ocorre ao se visitar um Shopping Center – por exemplo.

No Brasil, a experiência mais tradicional de venda por catálogo é a Hermes – uma empresa familiar do Rio de Janeiro que atua nesse segmento a 50 anos, distribuindo seu catálogo a mais de um milhão de pessoas. Envolvem bijuterias, cosméticos, lingerie, artigos para o lar, calçados e vestuário.

Sistema de Distribuição Exclusiva

Nesse sistema a empresa utiliza um ou poucos intermediários exclusivos a fim de atender a segmentos específicos do mercado consumidor. Os intermediários podem ser representantes comerciais – que levam o produto aos pontos do varejo – ou redes de lojas, as quais tenham a exclusividade na distribuição do produto.

Uma das principais vantagens desse sistema é que ele permite uma parceria com a rede de distribuição que trabalha apenas com a marca do fabricante. Além disso, possibilita uma rápida expansão dos fabricantes, pois eles não precisam investir na formação dos pontos de venda e concentram seus recursos financeiros na produção.

Após garantir grande fluxo de consumidores as lojas se tornam atrativas para outros produtos que sejam vantajosos para aqueles consumidores. Eventualmente o McDonald’s promove eventos voltados para seu público alvo, realizados em conjunto com fabricantes diversos. Isso só é possível devido ao fluxo garantido que a rede de lojas assegura a seus parceiros nessas promoções.

Sistema de Distribuição Intensiva

Visa colocar o produto no maior número possível de pontos de venda e é adequado para produtos de alto consumo, de compra freqüente e preços unitários relativamente baixos. Disponibilizar o produto onde os consumidores esperam encontrá-lo é fundamental para bens de conveniência, pois é muito comum o consumidor trocar de marca caso não encontre aquela marca desejada.

Os pontos de venda podem ser atingidos por equipes de venda dos próprios fabricantes, por representantes comerciais ou atacadistas distribuidores. Muitas organizações utilizam equipes próprias para atender grandes varejistas como hipermercados e redes de supermercados. Por outro lado, o restante do varejo pode ser coberto via atacadistas e/ou representantes comerciais sem vínculo empregatício. A BIC, a Coca-Cola, a Pepsico, a Unilever e a Gillette – por exemplo – utilizam esse sistema de distribuição.



Convênio para a realização dos estudos preliminares foi assinado nesta terça-feira (04) por prefeitos e pelo governador Renato Casagrande.

Vista aérea da cidade de Aracruz, ES
Pelo menos seis municípios do interior do Estado vão receber estudos para melhorias no trânsito. A iniciativa é do Governo do Estado, que decidiu pela contratação de serviços técnicos especializados para elaborar os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável e Projetos Estruturantes. A ação conta com investimento de mais R$ 6 milhões. As cidades de Cachoeiro de Itapemirim, Anchieta, Guarapari, Linhares, Colatina e Aracruz foram as contempladas com o projeto. O governador Renato Casagrande (PSB) ressaltou que esse tipo de estudo já foi iniciado na Região Metropolitana de Vitória e, agora, vai se estender para o interior. "Esse plano vai identificar as principais intervenções, obras, aquilo que é preciso fazer para que possamos facilitar o trânsito, priorizando o transporte coletivo e passeio humanizados, como ciclovias e ciclofaixas. Esse estudo vai dar um panorama para as cidades sobre quais obras elas vão precisar", ressaltou Casagrande.
Os prefeitos das cidades assinaram um termo de compromisso, na manhã desta terça-feira (04), no Palácio Anchieta. A empresa que será responsável pelo plano será a Logit Engenharia. As prefeituras terão o prazo de 15 meses para elaboração dos planos e projetos.
O secretário de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Iranilson Casado, adiantou que o Estado não vai fazer exigências sobre obras que podem ser apresentadas nos projetos. "A empresa contratada vai verificar o que existe de projetos e estudos na região a ser implantada. Ela vai fazer o diagnóstico, como contagem de veículos e fluxo, a fim de nortear essas diretrizes para o plano", garante.
Interior
A maioria dos municípios ainda não tem projetos de melhorias no trânsito. Mas o prefeito de Anchieta, Marcos Assad (PTB), adiantou que já existe projeto para a cidade na área de Mobilidade Urbana. "Pretendemos ligar a Praia dos Castelhanos a Ubu por meio de ciclovias. Nos bairros, pretendemos organizar todo o trânsito e dar condições para o acesso livre dos ciclistas e pedestres", relatou.
Já em Linhares, Norte do Estado, o chefe de gabinete Welio Pompermaier - que representou o prefeito Nozinho Correia (PDT) -, disse que a intenção é construir mais uma ponte na região. "Essa nova via irá ligar o bairro Interlagos à estrada de acesso ao balneário de Pontal do Ipiranga. Ela interligará a nova ponte inaugurada no ano passado, criando um anel viário de um fluxo constante, que vai ajudar desafogar o trânsito na cidade", garantiu.
Colatina e Guarapari
O governador Casagrande ressaltou que as cidades de Colatina e Guarapari são as que mais preocupam o Governo do Estado. Entre os pontos de melhoria estão o acesso de Guarapari e a construção de uma nova ponte em Colatina. "A empresa pode agilizar mais os estudos dessas cidades. Mas todos os municípios têm as suas demandas e dificuldades. Os estudos vão ajudar os prefeitos a fazer um planejamento de onde irão fazer os seus investimentos".
Os estudos contam com o apoio do Departamento de Estradas e Rodagem (DER-ES), Instituto Jones dos Santos Neves e Detran-ES.
Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/06/noticias/cidades/1448406-seis-cidades-do-interior-do-estado-vao-receber-projetos-para-melhorar-o-transito.html

sábado, 1 de junho de 2013

A logística aquece o mercado de seguros.

Por seu porte, os projetos de infraestrutura precisarão contratar quase todos os modelos de apólice

Se há um setor que tem o que comemorar com as grandes obras de infraestrutura e logística que estão sendo tocadas ou planejadas no País é o de seguros. Para o segmento, trata-se de uma oportunidade única, já que, por seu porte e pelos diferentes tipos de risco envolvidos, esses projetos precisam contratar praticamente todos os modelos de apólices existentes no mercado. Tudo começa quando um consórcio vence uma licitação. Geralmente, os editais exigem que os grupos que concorrem apresentem um seguro para garantir a assinatura do contrato.
“Esse tipo de apólice garante que o compromisso seja honrado. Caso o consórcio vencedor falhe nesse sentido, a seguradora pagará a diferença financeira entre o primeiro e o segundo colocados para que esse assuma o lugar do vencedor”, afirma Renato Rodrigues, diretor de grandes riscos da Liberty.
Rodrigues observa que, por representar riscos muito elevados, o seguro de obras de grande porte quase sempre é assumido por um grupo de companhias. No caso de ferrovias, por exemplo, essa divisão pode acontecer por trechos ou mesmo por diferentes tipos de cobertura, que começa no seguro do transporte das peças, passa por riscos durante a construção da linha e pode também atingir os riscos de operação, quando o trem já está transportando pessoas ou cargas.
Uma apólice que tem grande potencial para crescer é a que garante a cobertura de prejuízos decorrentes de atrasos na entrega de obras por algum tipo de acidente, projeta Felipe Smith diretor da Tokio Marine.
Armando Bandechi, líder da unidade de infraestrutura da Marsh no Brasil, calcula que o seguro pode representar uma redução significativa no preço do financiamento perante bancos de fomento. “Quando se consegue reduzir substancialmente o nível de contingências, o impacto pode ser grande, ficando entre 20% e 30%.”